Programas de exercício clínico – mexer para viver!

A interação entre o exercício físico e algumas doenças estabeleceu uma nova área de intervenção designada por exercício clínico. Atualmente, a evidência científica que suporta a importância da atividade física na prevenção e involução de doenças, maioritariamente relacionadas com o sedentarismo, além de extensa, continua em franco crescimento. Nunca a evidência científica foi tão clara quanto ao poder involutivo e de controlo de muitas patologias associadas ao sedentarismo e envelhecimento.

Paralelamente, estão também amplamente descritos os efeitos nefastos que a fraca condição física gerada pelo sedentarismo provocam em qualquer idade. Assim, o exercício clínico, mais do que uma necessidade, deve ser encarado como uma prioridade imprescindível numa sociedade cada vez mais sedentária.

Adicionalmente, a evidência científica vem também assinalando progressos na verificação do exercício físico como coadjuvante terapêutico nas mais diversas patologias, como por exemplo as doenças cardiovasculares, respiratórias, metabólicas, músculo-esqueléticas e oncológicas ou as populações portadoras de algum tipo de deficiência. Nestes casos, tem sido verificada a dificuldade dos ginásios comuns em conseguirem dar uma resposta multidisciplinar, integrada com a prescrição clínica, e que permita as evoluções mais rápidas, seguras e, simultaneamente, menos agressivas dos diversos tratamentos.

O projeto de EXERCÍCIO CLÍNICO do Axis Wellness numa fase inicial compreende 6 programas:

• Programa Axis Hipertensão Arterial – Os objetivos do programa passam por aprender a ter um estilo de vida em harmonia com a doença, atingindo resultados de forma a ser possível abolir a medicação, para num futuro conseguir controlar a doença através do exercício físico.

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• Programa Axis Osteoporose – Os objetivos do programa passam pela prevenção de possíveis fraturas, manutenção de densidade mineral óssea, preservar ou melhorar a força muscular com a respetiva manutenção da massa muscular, evitar a evolução de deformidades e desvios posturais e melhorar o equilíbrio e a marcha para permitir a manutenção das atividades da vida diária.

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• Programa Axis Dislipidémia – Sendo a dislipidémia uma doença multi-fatorial, o objetivo do programa passa pela aprendizagem e implementação de um estilo de vida em harmonia com a doença, de forma a atingir a normalização dos valores. Tratando-se de uma condição em que ocorrem níveis anómalos de lípidos no sangue, o programa procura ajudar os participantes a atingirem resultados mais consistentes, e possui acompanhamento nutricional com consultas regulares.

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• Programa Axis Diabetes – O objetivo do programa passa pelo controle dos valores da glicose através da implementação do exercício físico na rotina diária do participante, de forma a ter um estilo de vida em harmonia com a doença. Tratando-se de uma disfunção do organismo no controle dos valores glicémicos, o programa na procura de otimizar resultados, compreende acompanhamento nutricional próximo com consultas regulares.

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• Programa Axis Coluna Saudável – O programa Axis Coluna Saudável está voltado para pessoas com patologias diagnosticadas da coluna vertebral, algias frequentes a nível das costas de forma generalizada,  problemas posturais e/ou que queiram aprender a se auto cuidar e a ter o alívio dos sintomas. Ajuda na prevenção de problemas mais sérios.

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• Programa Axis Reabilitação Cardíaca – O Programa Axis Reabilitação Cardíaca enquadra-se nos moldes de uma intervenção extra-hospitalar, compreendida na fase 3 e 4 da reabilitação cardíaca. O Programa Axis Reabilitação Cardíaca tem como objetivo, não só melhorar o estado fisiológico, mas também o estado psicológico do paciente cardíaco, baseando-se numa intervenção multidisciplinar (programa de exercício, educação, avaliação nutricional etc.).

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No presente momento, os programas de hipertensão, coluna saudável e osteoporose já se encontram em funcionamento com resultados bastantes encorajadores.

Se quer saber como também pode beneficiar, busca mais informações sobre este tipo de serviços, ou possui uma patologia específica em que o exercício físico desempenhe um papel importante no tratamento, clique aqui ou contacte-nos através do nº 258 847 555 (Viana do Castelo) ou nº 258 938 554 (Ponte de Lima)

 

AXIS PADEL CENTER – PONTE DE LIMA

O AXIS PADEL CENTER, em Ponte de Lima é constituído por 3 Campos de Padel certificados pela Federação Portuguesa de Padel, e localiza-se junto ao Hotel AXIS Golfe e ao AXIS WELLNESS Ponte de Lima. As reservas, assim como todas as informações e apoio necessários, são efetuadas na receção do nosso clube.

Com uma localização central, perto do centro da vila e junto à EN 201 que liga Braga a Ponte de Lima, com fácil estacionamento e inserido numa ampla zona verde, oferece condições ímpares para a prática desportiva. Paralelamente ao aluguer de campos, será em breve oferecido um serviço complementar de aprendizagem da modalidade, com aulas ministradas por professores devidamente formados, e o aluguer dos equipamentos necessários à prática.

Saiba mais sobre o AXIS PADEL CENTER de Ponte de Lima acedendo a:  https://axiswellness.pt/padel/

 

O que deve, realmente, levar em linha de conta quando escolher o seu ginásio de eleição

A escolha de um ginásio levanta sempre algumas alterações à nossa rotina habitual, e nem sempre temos a certeza da melhor opção. Veja as nossas sugestões sobre o que realmente deve considerar, para que esta decisão seja mais fácil.

Localização – Escolha o ginásio que mais se adeque à sua rotina diária. De preferência, deverá ficar a uma distância máxima de 5 a 15 minutos, do seu local de trabalho ou residência, com o meio de transporte que normalmente usa no seu quotidiano

Objetivo – Defina um objetivo a atingir. Quanto mais concreto for, maior a possibilidade de se comprometer a atingi-lo. Exº ter como objectivo manutenção geral vs. ter como objetivo perder  5 Kg até ao Verão,  ou conseguir vestir aquela roupa especial  para aquela ocasião especial.

Treine com amigos/ familiares – quando temos pessoas que conhecemos à nossa volta, sentimo-nos mais confortáveis e seguros, e aumentamos a probabilidade de voltar no dia seguinte. Lembre-se ainda que os ginásios são espaços eminentemente sociais, pelo que caso se inscreva sozinho aproveite para fazer novas amizades; vão ajudá-lo(a) a manter-se no caminho certo!

Escolha a melhor relação qualidade/ preço e não o preço mais baixo – hoje em dia com a tendência dos ginásios low-cost, pode existir uma maior propensão a escolher um espaço apenas porque é mais barato, não avaliando outras variáveis muito importantes para que se mantenha, a médio/longo prazo, num estilo de vida saudável, a saber:

a) O espaço tem as modalidades/atividades que eu preciso e/ou gosto?

b) Nas horas em que pretendo utilizar o espaço, é fácil estacionar, e consigo sempre praticar exercício de forma segura e confortável?

c) Existe orientação profissional e acompanhamento técnico aos clientes? Essa orientação está incluída, ou terei que pagar mais? Questione sobre a experiência profissional e formação do staff técnico.

d) A despesa da mensalidade inclui tudo aquilo de que preciso (acesso a balneários, duche, toalhas, cacifos, limpeza, orientação inicial, seguro desportivo, etc); faça as contas todas para uma escolha acertada.

e) O espaço é agradável e faz-me ter vontade de voltar?

f) Sinto-me bem recebido pelas pessoas que aí trabalham?

g) Existe serviço de nutrição? O sucesso em programas de perda de peso e/ou tonificação, está muitas vezes associado a um bom equilíbrio entre exercício físico e alimentação;

Se as respostas  a todas as questões acima referidas forem do seu agrado, inscreva-se, e siga estas pequenas dicas para tirar o maior partido da sua decisão:

Comprometa-se consigo! – existem espaços que trabalham com modalidades com e sem fidelização. Apesar de a própria palavra criar algum tipo de aversão (muitas vezes ligada aos (maus) exemplos das empresas de telecomunicações), nem sempre a melhor opção passa por uma escolha de uma modalidade sem fidelização. Lembre-se que quanto mais fácil for desistir, maior a probabilidade de o fazer. Por outro lado, os clubes que trabalham com fidelizações oferecem por vezes serviços ou incentivos que podem valer a pena aproveitar. Use a fidelização como um incentivo para adotar um estilo de vida saudável,  e não como uma obrigação. Se tem a certeza que a modalidade sem fidelização é a melhor para si, força. Mas já não pode dizer que não foi avisado…

Adira a uma modalidade que lhe permite mais do que uma atividade – se é verdade que pode ser mais barato aderir apenas a uma atividade, também não deixa de ser verdade que para manter-se motivado no seu novo estilo de vida, muitas vezes é boa ideia variar o seu treino, e promover novos estímulos para atingir o seu objetivo. Mais uma vez, o barato pode sair caro.

Pague mensalmente – sabia que quem paga antecipadamente 6 ou 12 meses, frequenta com mais regularidade no 1º e 2º mês e que após esse período, a probabilidade de abandonar o treino é superior à de quem paga mensalmente? Pois é, parece que quando nos lembramos mensalmente do que pagamos, lembramo-nos também de treinar.

Seja exigente! – se o serviço não lhe agrada, faça-o saber junto dos responsáveis do espaço. Muitas vezes (e se pagarmos pouco, podemos ter mais tendência a não o fazer) para além de não dar oportunidade de melhoria a quem gere o espaço, essa lacuna vai provavelmente ser a desculpa (de que não precisa) para não se manter no caminho certo, e levá-lo-á à desistência.

Após tomar a decisão mantenha-se determinado e positivo – o exercício físico não produz resultados de um dia para o outro. Inicialmente a sensação que provoca é de dor muscular, e sentimo-nos frustrados por vermos que estávamos pior do que pensávamos (estamos sempre 🙂 ). Se for persistente, a médio prazo  os progressos serão evidentes, e perguntará a si próprio porque adiou tanto.

Não deixem de nos contactar, para saber mais informações: 258 847 555 (Viana do Castelo) ou 258 938 554 (Ponte de Lima) ou geral@axiswellness.pt ou clique aqui

10 razões para optar por uma alimentação mais saudável

Se ainda não está convencido em fazer por uma alimentação racional, há pelo menos 10 razões para mudar e ter uma vida mais saudável:

Saúde: o estado normal da existência é ter saúde. São as condições inadaptadas às espécies que as levam a adoecer precocemente.
A utilização continuada de uma alimentação anti-natural, quimicalizada, manipulada e desequilibrada, torna inevitável a debilitação das resistências do organismo.

Ecologia: A agricultura química é altamente poluente e tem consequências desastrosas para os solos, as águas, o ar, os alimentos e o próprio Homem.

Alimentos Naturais: Alimentos geneticamente manipulados, irradiados, com corantes, conservantes, espessantes, emulsionantes, reguladores de acidez, aromatizantes, potenciadores de sabor, edulcorantes, antibióticos, hormonas, etc, criam condições propícias a todo o tipo de doenças e sofrimentos, a começar pelas alergias e a acabar no cancro.

Alimentos Menos Refinados: Numerosas carências, doenças metabólicas e degenerativas, derivam da intensa refinação de cereais, de açúcar, de sal e de outros alimentos, privando-os de numerosos e preciosos nutrientes e fibras.

Fibras: Problemas do intestino, da vulgar obstipação às doenças degenerativas, circulatórias, coronárias, diabetes, obesidade e muitos outros, têm como uma das principais causas, as poucas fibras alimentares da alimentação moderna.

Gorduras Saturadas: Problemas circulatórios, coronários e vasculares, hepáticos e digestivos ou obesidade, têm como uma das grandes causas, o excesso de gorduras saturadas.

Valor Nutritivo: Doenças típicas da nossa sociedade como anemias, debilidade e suscetibilidade a uma gama variada de doenças, são o resultado dos estados de carência e deficiência nutricional, nomeadamente de vitaminas, minerais e oligoelementos

Futuro: As doenças de civilização que o século XX nos trouxe, serão concerteza acrescentadas por outras, talvez mais terríveis no século XXI, tendo como uma das grandes causas a degradação alimentar nas sociedades industrializadas.

Tradição: As chamadas doenças de civilização, têm como uma das principais causas o abandono dos padrões alimentares tradicionais e a difusão da alimentação moderna, comida de cafetaria e fastfood.

Prevenção: Problemas como o cancro, doenças cardiovasculares e do sistema imunitário, a obesidade, a osteoporose, a aterosclerose, a degenerescência senil, têm como principal causa a falta de prevenção no dia-a-dia da população, ao longo de anos.

Artigo elaborado por:
Dr. Jorge Guimarães
Nutricionista AXIS WELLNESS – especialista em Nutrição Clínica – inscrito na Ordem dos Nutricionistas (1443N)

Sabe a diferença entre exercício físico e atividade física?

É bastante comum as pessoas confundirem estes termos. Contudo, e ao contrário do que normalmente se pensa, não são sinónimos. Saiba as diferenças.

A atividade física é entendida como todo o movimento produzido pelos músculos esqueléticos com gasto energético acima dos níveis de repouso. Ou seja, todo o movimento que realizamos no dia a dia, como: nadar, lavar o carro, passear o cão, varrer, brincar, entre outros.

Já o exercício físico é considerado como uma sequência sistematizada de movimentos de diferentes segmentos corporais, executados de forma planeada e com um determinado objetivo a ser atingido.

Por exemplo: um passeio ao ar livre é considerado uma atividade física, enquanto uma caminhada orientada é um exercício físico, já que possui um determinado planeamento, como a intensidade, a duração e o objetivo, que pode ser a queima de gordura. Ambos trazem diversos benefícios para a saúde, como o controle do peso corporal, perda de gordura, diminuição da pressão arterial, redução do stress, além de prevenir doenças como as cardiovasculares e o diabetes desde que seja realizado regularmente.

Uma pessoa para ser considerada ativa e alcançar esses benefícios precisa no mínimo de 150 minutos de atividade física por semana, seja de forma contínua ou intercalada. O mais indicado é que seja realizado 30 minutos, 5 vezes por semana, ou 3 dias na semana com sessões de 50 minutos. Procure atingir intensidades moderadas para alcançar melhores benefícios.

Contudo, esse tempo semanal é insuficiente para provocar mudanças na aptidão física e na composição corporal, sendo necessário progredir para 200 a 300 minutos. Para esses objetivos são aconselhados programas de exercícios físicos formais (elaborados por profissionais), com incremento gradual da atividade física.

Um programa regular de exercício físico deve possuir pelo menos três componentes: aeróbico (caminhadas, corrida, ginástica), resistido (musculação) e flexibilidade (alongamentos), variando a ênfase em cada um de acordo com a condição clínica e os objetivos de cada indivíduo.

É essencial procurar atividades que lhe deem prazer, para evitar começar a atividade e parar após algum tempo, pois uma semana sem exercícios já é o suficiente para provocar mudanças negativas na composição corporal e na aptidão física. Se procura ajuda para conseguir adotar um estilo de vida saudável, não deixe de nos contactar através do nº258 847 555 (Viana do Castelo) ou nº 258 938 554 (Ponte de Lima)  ou clique aqui

O que acontece ao corpo quando se deixa de treinar?

Parabéns! Conseguiste finalmente sair do sedentarismo e dedicar-te ao exercício físico. Um, dois, quatro, seis meses de treino e já és uma pessoa nova. Mais disposta e saudável! Até que chega uma altura e isso muda. Falhas algumas idas ao ginásio, seja porque vais de férias, porque estás doente ou porque simplesmente estás com demasiado trabalho e não consegues “encaixar” o treino. Mas o que acontece ao corpo quando se deixa de treinar?

Uma semana
Tirar alguns dias de descanso é aconselhável para o crescimento muscular, mas quando deixas de treinar por uma semana já é o suficiente para sentires sinais negativos no teu corpo. As fibras musculares diminuem e o organismo começa a ficar inchado, retendo mais líquidos. Voltar ao ritmo normal de exercícios depois deste período fica mais difícil. No entanto, as consequências negativas não são suficientes ainda para prejudicar a tua resistência física.

Mais de uma semana
Quando deixas de treinar por mais de uma semana, o cenário já é diferente. Depois de 8 ou 10 dias de repouso, o organismo fica mais lento e a tua resistência física fica comprometida. Sim, voltar ao exercício físico vai ser mais difícil e é possível que as dores musculares pós-treino voltem a aparecer.

Um mês
Quando não treinas durante 1 mês, o ganho muscular e cardíaco que tinhas conquistado fica completamente comprometido. O acúmulo de gordura corporal, diminuição da massa magra e a perda de força tornam-se percetíveis. Stress e dificuldade em dormir também são consequências desse período de “abstinência”.

Alguns meses
Nesta altura, a tua massa gorda aumentou, o metabolismo estará mais lento e terás mais dificuldade em queimar calorias. Cansaço constante e pouca disposição também são consequências de que o teu corpo está entregue ao sedentarismo e sente falta de exercitar. O regresso ao treino neste momento representará fadiga. Isto porque, nesta altura a tua resistência física é fraca e os teus pulmões também não conseguirão absorver o oxigénio como antigamente.

Um ano
Depois de um ano sem exercitar, o teu corpo já não se lembra o que é treinar. O metabolismo está lento, a percentagem de gordura acumulada será maior, o que pode trazer problemas graves de saúde, como hipertensão, colesterol alto, depressão e outras doenças associadas ao sedentarismo e à obesidade.

Musculação – A melhor atividade para aumentar a massa muscular

 

Se na prática de desporto, procura aumentar a massa muscular, a musculação é a melhor opção para si. «A massa muscular pesa mais do que a massa gorda. Quando se eliminam  5 quilos pode perder-se 75% de massa gorda e 25% de músculo ou perder até 40% de massa gorda e o restante de músculo», revela João Quesado, Diretor Técnico do AXIS WELLNESS, explicando que «o primeiro exemplo é muito mais vantajoso e, para tal, torna-se indispensável incluir um plano de atividade física nos programas de emagrecimento».

«A prática de atividade física, ao constituir-se como um estímulo que desenvolve a musculatura, obriga a que seja maior a percentagem de gordura perdida para uma mesma perda de peso», explica.

Benefícios a ter em conta

O Professor João Quesado explica que, «sendo o tecido muscular magro e desempenhando um papel muito mais ativo no metabolismo do que o tecido gordo, o primeiro gasta mais energia. Assim, um indivíduo que aumente a massa muscular passa a gastar mais calorias em repouso. Quanto maior for a quantidade de massa muscular, mais calorias o organismo queima em repouso e maior é o seu metabolismo basal», a energia que o corpo usa em repouso para o funcionamento dos órgãos.

Exercícios com forte incidência cardiovascular, como a corrida ou a marcha, não são a melhor opção para quem apenas pretende aumentar a massa muscular. Como explica o Professor João Quesado, «estes exercícios estimulam as fibras musculares de contração lenta (tipo 1), não promovendo a hipertrofia muscular responsável pelo aumento de massa magra».

Para ganhar massa  muscular, deve fazer musculação, no mínimo três vezes por semana, durante 60 minutos, no máximo. Durante a prática, «os joelhos, a bacia e a coluna» merecem especial atenção, alerta o Professor João Quesado. Todos os sintomas de dor e desconforto devem ser descritos ao seu personal trainer. Para estes e outros esclarecimentos, o Professor João Quesado aconselha a recorrer sempre ao acompanhamento personalizado, efetuando com regularidade avaliações físicas para monitorizar os seus reultados, assim como  fazer, com  regularidade, reprogramações do seu plano de treino , compatíveis com a sua evolução.

 

Não deixem de nos contactar, para saber mais informações: 258 847 555 (Viana do Castelo) ou 258 938 554 (Ponte de Lima) ou geral@axiswellness.pt

Os benefícios da massagem desportiva

A maioria dos desportistas (recreativos ou profissionais) têm tendência a seguir uma dieta alimentar restrita e um plano de treinos adequado às suas capacidades, de forma a aumentar a resistência e a força, mas esquece-se que a recuperação é fundamental para reparar os tecidos musculares depois do esforço. “O problema é que com o aumento da exigência nos treinos também aumentam as probabilidades de lesões musculares e tendinosas”, explica o responsável do SPA do AXIS WELLNESS Ricardo Silva

Uma das formas de encorajar os músculos a recuperar após o treino é através da massagem desportiva “porque alivia todas as tensões e ajuda a retirar o ácido láctico dos músculos”. Desta forma, o sangue e o oxigénio podem voltar, no seu fluxo normal, aos músculos e fazer uma reparação eficaz dos tecidos musculares, originando o aumento da massa muscular. Para além de promover a melhor recuperação muscular, ainda é uma das formas mais eficazes de prevenir lesões.

Quando um atleta aumenta a sua rotina de treino, quase sempre utiliza os músculos de forma exaustiva, causando stress nos tecidos. Um dos problemas é que estes atletas, com ânsia de melhorar, ignoram as dores musculares, o que é um erro completo, porque estas dores iniciais podem tornar-se crónicas.

As massagens desportivas são muito utilizadas em alta competição já que ajudam os atletas a prevenir lesões bem como a recuperar do esforço despendido nos treinos.

O AXIS WELLNESS SPA recomenda que as sessões de massagem devam ser realizadas sempre após um treino. A frequência depende da carga do treino. “Um atleta de alta competição que faça treinos bidiários deve submeter-se a duas sessões de massagem por semana, enquanto para um atleta que faça seis a sete treinos por semana uma sessão de massagem por semana será suficiente”. Se treina três a quatro vezes por semana, uma sessão de 15 em 15 dias é o aconselhável.

Não deixem de nos contactar, para saber mais informações: 258 847 555 (Viana do Castelo) ou 258 938 554 (Ponte de Lima) ou spa.viana@axiswellness.pt